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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Orientação dos negócios em tempo real é grande tendência de Business Intelligence

Fonte: Acham


Orientação dos negócios em tempo real é grande tendência de Business Intelligence

— registrado em: 
27/07/2011 17:20
Orientação dos negócios em tempo real é grande tendência de Business Intelligence
Carlos Guimarães, diretor de Vendas de Business Analytics & Technology da SAP
A capacidade de orientar negócios em tempo real é a grande tendência de Business Intelligence (BI) ou inteligência corporativa, que consiste na gestão e aplicação de ferramentas tecnológicas para coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de dados destinados às tomadas de decisão.

No setor de varejo, por exemplo, assim que um consumidor compra determinado produto e passa no caixa, com o BI em tempo real, é encaminhada ao estoque a mensagem instantânea de que haverá necessidade de reposição na gôndola, permitindo à companhia um gerenciamento mais adequado de mercadorias e recursos financeiros.

Em outra ilustração, uma revendedora de veículos pode checar a rentabilidade de cada carro negociado em sua rede exatamente nos momentos em que ocorrem as vendas. Portanto, o BI, quando bem implementado, alavanca a performance das organizações, segundo especialistas que participaram nesta quarta-feira (27/07) do Fórum Business Intelligence promovido pela Amcham-São Paulo.

“O BI tem como objetivo preencher o gap entre a estratégia e a execução. Como as oportunidades e os desafios exigem cuidados diários das empresas, a tendência é que o BI incorpore cada vez mais informações em tempo real”, ressaltou Carlos Guimarães, diretor de Vendas de Business Analytics & Technology da SAP, especializada em soluções de Tecnologia da Informação para o meio corporativo.
Cenário

Recentemente, uma série de transformações tem impactado a maneira de se conduzirem as operações nas companhias e também como devem estruturar o BI. Guimarães explica que o mundo passa por uma explosão de informações, sendo que levantamentos indicam que, a cada 18 meses, dobram os dados para tomadas de decisão nas organizações.
O fenômeno da mobilidade é outra variável a ser considerada porque projeta-se que, até 2013, os smartphones e tablets serão os principais meios de acesso à internet. Além disso, estima-se que 80% das novas ofertas de software neste ano estarão disponíveis via cloud computing (servidores compartilhados e interligados por meio da internet).

Nesse sentido, destaca Guimarães, será fundamental que as empresas busquem  estruturas de armazenamento de dados mais robustas e atuem na disponibilidade de dados em tempo real, que possam ser acessados em dispositivos móveis em qualquer lugar do mundo.

Caminhos
As empresas que já evoluíram nos sistemas transacionais  como o ERP  (Enterprise Resource Planning) para controle das compras, vendas, estoque, entre outros, agora têm de integrá-los de forma estruturada com ferramentas de análise. Um erro comum a ser evitado é que companhias invistam nesses dois sistemas, mas eles sigam funcionando estanques, o que leva a um trabalho demorado e custoso para a centralização de informações e geração de relatórios.

Outro desafio na implementação do BI, conforme Guimarães, está na conjugação das informações internas, do dia a dia das operações, com as externas, disponíveis, por exemplo, nas mídias sociais e em sites na internet.

Na avaliação de Daniel Lázaro, líder da área de Gestão de Informações e Análises para América Latina da Accenture, empresa global de consultoria de gestão, o BI não deve ser conduzido somente pelas áreas de TI, mas exige sim uma abordagem multidisciplinar.
Um programa de gestão de BI deve envolver todos os departamentos para que definam quais dados são relevantes ao negócio, o tempo de coleta e compilação e quais serão os usos. Outra orientação é a estipulação dos conceitos - por exemplo, todos devem ter o mesmo entendimento sobre o que são vendas líquidas, que podem ser as vendas brutas menos impostos. Somente assim, é possível chegar a relatórios consistentes. “É necessária a confiabilidade dos dados”, reforçou Lázaro.

Dia a dia
João Carro Aderaldo, diretor comercial da Schneider Electric, indústria de disjuntores, interruptores e outros produtos e soluções na área de energia, ressaltou no fórum da Amcham que a aplicação de Business Intelligence tem auxiliado nos direcionamentos da empresa.  “O desvio nas previsões por famílias de produtos caiu de 40% para 12%”, enfatizou.
O mercado de componentes eletrônicos tem de ser ‘pensado’ com dois a três anos de antecedência. Segundo ele, além ser positivo na análise e políticas vendas, o BI leva a eficiência fabril.

No caso da Amil, o BI foi fundamental no processo de IPO, oferta inicial de ações. “Foi possível comprovar a viabilidade da abertura de capital aos órgãos reguladores”, disse Antonio Julio Gualter, gerente de Business Intelligence da operadora de planos de saúde.
De acordo com, ele o trabalho de inteligência foi importante nos processos de aquisições de 11 empresas entre 2005 e 2009, além de garantir suporte às equipes de vendas e contribuir para as ações de mitigação de riscos da carteira de clientes. “Para a Amil, BI é um triângulo no qual cada lado é igual, representando tecnologia da informação, administração e marketing.”

Marco Dyodi Takahashi, diretor de Indicadores do Negócio da NET, do segmento de TV a cabo e banda larga, avalia que o BI é fundamental para aprimorar a qualidade da oferta de serviços. “Para que funcione, deve-se instituir um modelo de governança, com papéis e responsabilidades bem definidas em relação aos indicadores”, apontou.

Para Gustavo Zanardi Chicarino, diretor de Estratégia, Marketing e Novos Negócios da Endered Brasil, que atua no segmento de cartões e vouchers de serviços pré-pagos e é proprietária da marca Ticket, BI contribui para estratégias de vendas direcionadas, conforme as particularidades dos mercados de nove regiões identificadas pela empresa no País.
“Ao analisarmos nossos clientes, notamos que as vendas de um segundo produto são mais fáceis do que as do primeiro”, acrescentou sobre outra oportunidade que foi captada, de venda de mais produtos para os clientes já existentes.

Por: Daniela Rocha

** A reprodução deste conteúdo é permitida desde que citada a fonte Amcham.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O BI está ultrapassado?

Fonte: NBusiness


O BI está ultrapassado?

Parece que não. Uma nova geração de tecnologias preditivas está surgindo para facilitar as tarefas da TI e possibilitar melhorias significativas para os negócios.


Soluções de Business Intelligence (BI), conhecidas por tornar os negócios mais inteligentes e fortes, ajudam empresas de todos os tamanhos a analisar e a sintetizar uma enorme quantidade de dados corporativos para melhorar o desempenho. 

BI pode rapidamente identificar informações críticas diante de uma grande massa de dados e levantar pontos de melhoria, crescimento e transformação das operações, vendas e marketing. Centenas de dados podem ser extraídos das aplicações de BI. 

Nos últimos anos, as companhias acompanharam a evolução da tecnologia e esse cenário gera algumas dúvidas. Brian Hopkins, analista de tecnologias emergentes da Forrester Research, diz que está havendo a evolução do BI tradicional para novas e valiosas ferramentas de negócios, que estão gerando discussões nas empresas.

Como as empresas podem estar em linha com as melhorias que acontecem constantemente nas soluções de BI para que possam se beneficiar das inovações? E como podem tirar melhor proveito das informações críticas que extraem dos sistemas de BI?

"Os CIOs precisam conversar com as áreas negócios", afirma Hopkins. "Eles devem expandir o escopo do que consideram dados corporativos. O escopo tradicional de que a informação é tudo para os negócios é muito maior agora, por causa do surgimento de dados de mídias sociais etc.”

O que eles também precisam fazer, segundo ele, é ter a certeza de que suas aplicações de BI acompanham o crescimento de dados que os negócios geram dia após dia.

"Eles precisam perceber que com todas essas novas tecnologias e fluxos de dados, como mídia social, é um ponto que merece atenção", avalia Hopkins.
"CIOs devem falar com os líderes empresariais sobre como podem adicionar valor a partir de toda essa ampla, e não filtrada, quantidade de dados.”

O que está acontecendo no mundo dos fornecedores de BI e aplicações, segundo ele, é que BI vem evoluindo rapidamente nos últimos anos para permitir formas inovadoras de tratar os inúmeros dados criados pelas companhias. Para alguns, essas mudanças poderiam indicar que a ideia do BI tradicional tem falhado, mas Hopkins diz que essa conclusão não é correta. "A definição do que é BI é que vem mudando", assinala. "Não acredito que falhou."

Na verdade, prossegue o executivo, BI tem de ser capaz de ajudar as empresas a responder conjuntos definidos de perguntas e ser capaz de responder e definir conjuntos finitos de perguntas com coerência, usando conjuntos conhecidos e bem-estruturados de dados.

Tudo isso tem sido possível a partir do uso de ferramentas de análise em aplicações de BI que permitem às empresas buscarem nas profundezas dos dados padrões de informação e as histórias que estão por trás das informações.

"BI tradicional tem sido como dirigir e olhar no espelho retrovisor do carro", compara. “Para ver onde você está e o que há para trás”, diz Hopkins. "Agora, a direção do BI é para frente, em que se é capaz de conduzir e olhar para fora para ver o que vai acontecer.” Para as empresas hoje, esse é um benefício enorme.

O BI tradicional faz perguntas, recolhe dados, limpa e estrutura as informações e as coloca em um formato que podem ser consultadas e filtradas para produzir dados comerciais valiosos que podem ser usados para planejar estratégias e auxiliar nas tomadas de decisão. "BI tradicional é sobre como criar relatórios e fazer deduções sobre o passado e o futuro", explica Hopkins. 

Em vez de atravessar os conjuntos de dados e reagir ao que já aconteceu nos negócios, os mais modernos sistemas de BI podem fazer mais, antecipando o que pode acontecer no futuro e ajudar a planejar as expectativas, com base nos dados antigos que já foram coletados. 

"A ideia de realizar uma análise preditiva tem surgido há algum tempo", avalia Hopkins. "Não é uma nova ciência, mas a verdade é que mais mudanças estão por vir." Essencialmente, a nova geração de ferramentas de BI vai fornecer às empresas informações adicionais de análise.

"Começamos a ver o surgimento de BI há cerca de cinco a dez anos, quando as companhias aéreas passaram a estabelecer os preços dos bilhetes usando modelos sofisticados", lembra Hopkins. "Hotéis seguiram o exemplo, com base em modelos preditivos. Lojas de varejo estão usando a tecnologia para identificar o que eles devem ter no estoque no futuro com base nas necessidades atuais dos clientes."

Com os antigos métodos de BI, as empresas estavam apenas olhando para o passado e executando um modelo estatístico sobre os dados. "O que observamos agora é uma nova geração de análise preditiva, desenvolvida para eliminar a etapa de filtragem."

Os novos métodos de BI não exigem que os usuários conheçam questões específicas que precisam inserir na ferramenta para obter as respostas que procuram. "A maneira antiga exigia que o profissional soubesse as perguntas para obter as informações corretas”, pontua Hopkins. "O que estamos começando a ver são maneiras totalmente novas de usar BI para análise."

Os novos recursos mantêm a evolução do BI, acredita Hopkins. "A maneira antiga atingiu alguns limites. A análise costumava ser feita por meio de um processo de lote.”

Isso significa que os dados de BI podem agora ser verificados em tempo real, em vez de analisado após a inclusão em relatórios. A maneira antiga simplesmente não pode manter-se e muitos usuários estão sobrecarregados com os enormes volumes de dados que entram rapidamente nos sistemas da empresa.

“Essa é a nova fronteira do BI", pontua Hopkins."CIOs serão capazes de usar BI de novas maneiras. Nosso entendimento sobre o que é BI está mudando."

Para os CIOs e outros líderes, as mudanças e os avanços do BI vão ser a chave para filtrar empresas que terão ou não sucesso na forma como a nova geração de dados dados é utilizada, afirma.

"As empresas bem-sucedidas são aquelas que vão encontrar maneiras de tomar decisões com base nessa nova massa de dados não estruturados", avalia Hopkins. "Eles precisam desafiar suas plataformas de tecnologia e descobrir como estão conduzindo as soluções para assim mudá-las e conseguir capturar os dados não estruturados."

Snapshot on the Business Intelligence Market

Fonte: Information Management


Snapshot on the Business Intelligence Market

Users Driving BI Demands for Ease of Use and Context Functions

Information Management Magazine, July/Aug 2011
More organizations are using business intelligence and applying it more deeply than before, according to the 2011 report, “Wisdom of Crowds Business Intelligence Market Study,” from Dresner Advisory Services.
As users become familiar and comfortable with BI tools, they are more often buying and deploying BI without direct IT support, which puts them “in the driver’s seat,” says report author Howard Dresner. Indeed, BI market growth is being driven by small to midsized enterprises with little or no IT support for product selection and implementation, Dresner says.

“The ‘emerging’ vendor category seems to be an area where business users are choosing solutions more often than not,” says Dresner, where products can be downloaded or subscribed to quickly, easily and inexpensively. Some of the most popular tools have an operational context that supports larger amounts of data, mobile computing and collaborative (social) capabilities.
Dresner advises organizations to take a more active role in planning, managing and evolving their BI portfolios. “The BI initiative should be jointly owned, where everyone’s got ‘skin in the game’ so to speak, and everyone has to have a sense of everyone else’s priority. My advice for IT is to get aligned.”

The study sampled 630 validated users with firsthand BI vendor and product experience via online survey. IT employees made up 50 percent of the sample. The other half were business users in sales and marketing, finance, operations and research and development areas.
Valerie Valentine is senior editor for Information Management. You can follow her on Twitter @ValValentineIM

Process-Oriented BI: Navigating the Road of Continuous Improvement

Fonte: Information Management



Process-Oriented BI: Navigating the Road of Continuous Improvement

Defining process-oriented BI is simple. Providing the roadmap for how to achieve process-oriented BI is more complex and requires careful planning and continuous navigation while en route


Imagine, for a moment, what successful process-oriented business intelligence would look like in your business.
In this dream, the company’s business processes are integrated and no longer hampered by organizational silos. Next generation BI platforms are finally realizing the returns outlined in the business case. In addition, you have successfully spread the benefits of BI to a wider audience of users and business operations owners. Decision-makers have access to actionable information and are able to perform real-time diagnostics of why key performance indicators are met or missed. Executives are no longer waiting for senior analysts to explain problems noted in last month’s performance dashboards. Instead, line managers now have access to the intelligence needed to identify problems in real time, as well as the information needed to act on the problems.
In your dream, contemplate the success of your BI program and the benefits gained by empowering process owners to be accountable and understand the information their business processes generate. Process owners have been able to drive costs down while also adding more value to the information management function. You have successfully achieved the benefits and the promise of process-oriented BI!
Then you wake up.
You are wondering if you will develop the business process management and BI capabilities needed to make process-oriented BI a reality. You also wake up to the reality of delivering on the promises made when the initial BI platform was implemented. The goal was to expand upon the value of the company’s information. Significant investments were made in the existing BI platform, but you have not seen a measurable return. Business process owners are frustrated at the pace and quality of BI delivery. There has been success in delivering solutions and applications to support strategic BI and analytical BI capabilities, but operational BI initiatives are still lagging. In addition, the ability to extract real-time, actionable information from business processes is lacking.

The Journey to Process-Oriented BI

Process-oriented BI is the marrying of BPM and BI capabilities to provide full transparency into business processes. Process-oriented BI provides the business context for measures, metrics and information to optimize business processes proactively based on near real-time, actionable information. It provides the insight needed to streamline processes and reduce costs, as well as the business context for variances on the executive dashboard.
Defining process-oriented BI is simple. Providing the roadmap for how to achieve process-oriented BI is more complex and requires careful planning and continuous navigation while en route. The journey to process-oriented BI has no clear road signs and no GPS to assist with the trip. To achieve and maintain successful execution of process-oriented BI, several key factors must be considered:
  • End-to-end business process knowledge;
  • Continuous improvement mindset;
  • BI capabilities of operations;
  • Data governance discipline; and
  • Data latency reduction.
These factors should be treated as directional signals along the road. Depending on where you are on your journey, these factors will tell you where you need to go next.

End-to-End Business Process Knowledge

End-to-end business process knowledge is critical. Without a detailed understanding of the end-to-end process, it is impossible to define the appropriate measures that govern the process and link the operational measures to the strategic KPIs they impact. You cannot measure what you do not know. Knowing what, how, why and who is essential, as is having knowledge of the data, the event and the workflow that drive business processes. It is also critical to intricately understand the handoffs between upstream and downstream processes. This should be obvious, but experience has shown that documentation of operational processes typically falls short, provides inadequate detail or is outdated. Knowledge of processes is power. The better you identify the measures that should govern your processes, the faster you will achieve process-oriented BI. 

Continuous Improvement Mindset

Process-oriented BI enables ongoing performance improvement. In standard business process re-engineering projects, one of the culminating tasks is typically “Establish a continuous improvement program.” Process-oriented BI finally brings that task to completion. To achieve continuous improvement, it is necessary to drive analytics to the operational level and push accountability of analytics to the business owners. The individuals responsible for performing operational processes must own the responsibility of measuring their tasks and interpreting their analytics. A culture of continuous improvement must be established to encourage individuals at the operational level to own their operational analytics and drive the changes needed to achieve expected efficiencies.

BI Capabilities of Operations

To truly embed BI in business processes and provide transparency and actionable information, BI programs must cater to operational users and provide user-friendly BI capabilities. Operational users are not analysts, but they understand the data better than outside analysts do. They just require different types of tools to facilitate navigation of their information. Operational owners need user-friendly reporting and analysis tools that can guide them through their information in an orderly manner so they can assess problems and issues without getting lost in the data. They also need the ability to easily create their own reports so they can replicate the questions, queries and searches they want to standardize. In addition to providing a more user-friendly tool, integrating operational analysts into operations is another way to build the necessary BI skills of operational owners.
On the journey to achieving process-oriented BI, common challenges include the limitations of traditional BI platforms and the organizational positioning of the analytical function. Traditional BI platforms focus on the requirements of a small population of BI users: typically analysts and executives. BI platforms should be expanded to include the functional and informational requirements of process owners. Organizationally, analytical functions need to be integrated into the business processes – not just serving as monitoring capabilities, but also helping to interpret, identify and translate process-driven data.

Data Governance Discipline

You will take a wrong turn if the quality of data is lacking. Without an effective data governance program, there is no assurance of the quality of an organization’s data. Organizations need to ensure that data is accurate before it can be made actionable. Otherwise, decision-makers will be armed with off-target and potentially incorrect information. If you have effectively provided business functions with local data governance capabilities and pushed accountability of managing data quality to the business function, you are on the way to process-oriented BI.

Data Latency Reduction

How quickly you achieve process-oriented BI depends on the company’s ability to reduce data latency. Simply put, data latency refers to the aging of reported data. In other words, it describes how quickly the data is produced and how relevant it is to the current business situation by the time it is used. Data latency is not just a detour, it is a roadblock. The faster you obtain information, the faster you can act on it. To extract the most value out of process-oriented BI, actionable information must be delivered at the right time. Reducing data latency is not a small feat. It requires additional investment in technology and evaluation of how much latency is acceptable. Weighing these requirements against the demands of the business and the strategic value associated with the information needed will help to articulate options to key decision-makers. 

Are We There Yet?

Like any journey, there are signals that will act as a guide but, inevitably, the question will be asked, “Are we there yet?” To truly achieve process-oriented BI, a company must reach a certain level of maturity for its existing BPM and BI capabilities. In typical maturity models for BPM and BI, there is a convergence point where optimizing an organization’s capabilities is dependent upon embedding BI into business processes, hence achieving process-oriented BI. The IT infrastructure and the maturity of the BI platform will play a significant role in achieving the full capabilities of process-oriented BI. To establish a baseline and chart a course to obtain the required capabilities, you must evaluate where your BI and BPM capabilities are at the moment.
Establishing an iterative approach to achieve required capabilities is ideal, regardless of the company’s maturity in acquiring process-oriented BI capabilities. Before making additional investments in an existing BI platform or BPM tools, evaluate using tactical BI solutions built in SharePoint, Access or Excel. These lower-cost solutions may offer a quick bridge solution for a brief period and support the assessment of your true needs. Implementing tactical BI solutions can be the first step to making a significant investment in advanced analytical tools to help expose process-driven information. 

Whose Turn is it to Drive?

There is a historical debate about who should drive any BI initiatives: IT (CIO) or the business (CFO)? The key is to remember that it is called business intelligence. Process-oriented BI cannot happen without the business leading efforts to define requirements and provide knowledge of the business. IT is the backbone to ensure that the right technology options are executed, but the business needs to be involved with the selection of technology options. IT empowers business operations by delivering actionable information, but the business and IT need to collaborate via open lines of communication. Technology should act as a partner and provide the business with the tools it needs to be self-sufficient.

Don’t Stop

Assuming that you follow all of the signs and signals along the way, you will arrive at process-oriented BI. It will no longer be a dream destination. You will have the information you need to understand your organization better than ever. You will also have the ability to translate business events into performance indicators that will drive business rules (i.e., actionable information) into business actions.
Remember though that the journey never ends. Do not plan to stay at this destination very long — keep going. Having the right information and infrastructure in place will help contribute to efforts to define competitive advantage. With access to the information that will drive continuous improvement, the continuous improvement program will become a reality and it will be ignited by the process owners. Now the organization will have the information to prove it.
Reaching process-oriented BI requires a strong, self-disciplined, collaborative culture that breaks down silos and brings an enterprise-wide perspective of business processes and drivers. It requires bringing financial, business, functional and system analysts together in a more cooperative and action-oriented fashion. Depending on where your organization is, the trip could be long or short. The key point is to get in the car and drive. Have a safe journey.

Fred Hargrove serves as Director at MorganFranklin and leads the Enterprise Information practice. In this role, he is responsible for business development as well as delivery around the company’s data management and business intelligence services. Hargrove is an accomplished delivery leader with more than 16 years of experience that spans across multiple business processes including customer relationship management, financial and accounting operations, and corporate performance management.